Ontem eu joguei... #22
Vanessa Miyoshi · 15 de maio de 2026

All aboard! Se você já leu os últimos textos (muito obrigada!), sabe o que vai acontecer e pode pular esse parágrafo. Caso seja a sua primeira vez lendo, esse é um texto sobre os jogos de tabuleiro que eu (Vanessa) joguei ontem (ou em alguns dias mais para trás). A ideia é que seja algo leve, sem foco em análise, mas em experiência, e curtinho.
Bora?
Acabamos a primeira temporada da série The Pitt e, antes de sermos sugados pela segunda temporada (que série legal, meu Deus), aproveitaremos alguns dias para jogar mais o.
Imperial Miners
Esse jogo é muito bom, já jogamos várias vezes (em dois e em quatro jogadores, mas a maior parte em dois), mas existe a possibilidade da partida não ser lá muito equilibrada (já aconteceu aqui, então digo por experiência própria) e de ficar bem claro quem vencerá.
Dessa vez, eu achei que estava indo super bem, porque coloquei uma carta que me dava dois carrinhos e passei por ela algumas vezes, mas que nada… a diferença de carrinhos entre a minha mina e a do Vini foi de apenas quatro. Fiquei chocada :(. Mais uma semana com mais derrotas.
Pondscape
Pondscape está disponível no Board Game Arena (BGA) e, a partir de uma partida lá, descobrimos que jogávamos um detalhe de forma incorreta (acho bem interessante esse uso do BGA para checar se as regras estão sendo realmente seguidas - nós confirmamos no manual posteriormente, claro).
Nessa partida, eu utilizei mais cartas do que estava acostumada do lado contrário (com a lagoa para cima). Consegui várias que davam pontos e não achei que o tipo de sapo que estava na frente me ajudaria. Achei que valeu a pena, mas não foi suficiente para vencer. Vini foi mais estratégico na multiplicação dos símbolos.
Galhos
Estreamos Galhos, jogo brasileiro que foi muito bem sucedido no financiamento coletivo e que está em pré-venda pela editora Solara.
A arte do jogo é bem bonita, o manual é todo trabalhado e é bem legal ver sua árvore crescendo e as conexões dos galhos se formando. Por enquanto, joguei apenas o “modo normal” e estou curiosa com o modo noturno e o solo.
A partida em dois jogadores foi agradável e existem decisões interessantes com relação ao posicionamento dos galhos, a utilização de insetos extras ou não (no caso de empate, quem utilizar menos insetos vence) e quais fadas serão colocadas na sua árvore. A princípio, acredito que seja um jogo de entrada interessante. Leve e com decisões legais, mas tenho dúvida se brilha em dois jogadores.
Yokohama
Fazia um tempo que esse jogo não via mesa. Na partida de ontem, eu esqueci que era importante pegar as cartas de tecnologia (não gostei dos poderes das cartas que apareceram e não lembrei que elas tem uma pontuação no final do jogo. Vini levou belos 10 pontos de graça nesse esquecimento).
Yokohama, a meu ver, tem uma produção primorosa. Jogo bonito na mesa; cartas de auxílio para cada jogador e na cor de cada jogador, sem a história de dividir; tabuleiros com dupla camada; um bom insert (infelizmente, não é compatível com as cartas sleevadas, então nesse aspecto ele deixa a desejar) e boa gramatura das peças de papelão.
Nekojima
Fechamos a noite de ontem com duas partidas de Nekojima no modo cooperativo. Não fomos muito longe e isso foi um belo lembrete do porque demoramos anos para vencer esse jogo…
Essas foram as minhas últimas experiências com jogos de tabuleiro. Talvez, no final de semana, eu jogue Nippon e contarei no texto da segunda-feira como foi. Obrigada por ler até aqui e nos vemos no próximo texto!
